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28/10/2016
13:45 CELEBRANDO O HALLOWEEN...

CELEBRANDO O HALLOWEEN... COM ROCK E METAL!

Por Valtemir Amler

Já se vão muitos anos que o Halloween se desvinculou de seu sentido original, e se tornou uma grande data festiva, especialmente nos Estados Unidos. A data, celebrada sempre no dia 31 de outubro, é hoje comemorada em quase todos os países, e das maneiras mais diferenciadas. Se o “gostosuras ou travessuras” é uma realidade bem distante de você, hoje a comemoração é celebrada no Brasil com festas, shows, sessões especiais de cinema, maratonas literárias (existem hoje editoras no Brasil que se dedicam quase que exclusivamente ao lançamento de obras de terror), ou seja, existe comemoração para todos os gostos. Pensando naqueles que querem comemorar a data ao som de muito Rock n’ Roll, preparamos uma lista com dez discos fortemente indicados para você entrar no clima da data. Então, prepare o seu player, e vamos para a festa!



ICED EARTH – HORROR SHOW (2001)
Em 2001 os norte-americanos do Iced Earth chegavam ao seu sexto disco completo de estúdio. E a tarefa não era das mais simples, afinal, o novo disco seria o sucessor de um dos seus mais famosos trabalhos, o aclamado Something Wicked This Way Comes (1998). Jon Schaffer (guitarras), Matt Barlow (vocais), Larry Tarnowski (guitarras) e Richard Christy (bateria) adentraram o icônico Morrisound Studios, em Tampa, Flórida, acompanhados do baixista Steve DiGiorgio para gravar Horror Show, um poderoso disco que tinha como base de inspiração os filmes de horror que tanto haviam marcado a vida de Jon Schaffer desde os tempos em que a banda ainda se chamava Purgatory. A temática e o clima de horror estavam em todos os detalhes, e o disco fazia referências diretas a filmes clássicos, como acontece na longa Damien, cujo coro vem do filme The Omen (A Profecia, no Brasil) de 1976 e Wolf, onde consta uma adaptação de um poema recitado no clássico The Wolf Man (O Lobisomem, no Brasil) de 1941. Merecem destaque também as faixas Im-Ho-Tep (Pharao’s Curse), inspirada no filme “A Múmia”, “Ghost Of Freedom”, que Schaffer declarou ser baseada em um conceito de sua própria autoria, e Transylvania, cover do Iron Maiden. Além destas, personagens célebres do mundo do terror são homenageados no álbum, como Frankenstein, Dracula, Jekyll & Hyde (o médico e o monstro) e Jack (Jack, o Estripador). Dotado de grande qualidade musical e músicas muito bem concebidas, o disco foi ainda mais longe que seu antecessor, com a banda debutando com um primeiro lugar nas paradas da Grécia, garantindo uma turnê com o Megadeth, e assistindo ao bom desempenho de vendas do álbum em vários países do continente europeu.



BLACK SABBATH – BLACK SABBATH (1970)
Tudo bem, concordamos que Polka Tulk é um nome horrível para uma banda. Earth soava muito melhor, mas já existia uma banda mais famosa com esse nome na época. Então, por que não usar Black Sabbath? Este nome, saído direto das telas de cinema (do clássico filme de terror de 1963, estrelado por Boris Karloff) caiu como uma luva no som mórbido, obscuro e pesado elaborado por Ozzy Osbourne (vocais), Bill Ward (bateria), Geezer Butler (baixo) e Tony Iommi (guitarras). A intenção inicial era apenas usar esse nome como título de uma música macabra e lenta que ia ao encontro dos anseios do crescente público que abalroava as salas de cinema para sentir medo, mas não demorou para que também fosse usado como nome da banda e título de seu primeiro disco. Com o nome definido e contrato assinado com a Vertigo Records, a banda entrou no Regent Sound Studios e lá permaneceu por três dias para gravar o disco que mudaria para sempre a cara do Rock. Contando com todo o luxo e tecnologia que seu orçamento de 600 libras podia pagar, o quarteto gravou o disco no melhor esquema “ao vivo”, com Ozzy cantando ao mesmo tempo que os músicos tocavam. Lançado na sexta-feira, 13 de fevereiro de 1970, Black Sabbath, o disco, rapidamente se tornou referência, e um marco a ser seguido pelas bandas que viriam em seguida. “Sem desrespeitar meus contemporâneos, mas muito do que eles cantavam não era tão corrosivo quanto um enunciado forte como ‘What is this that stands before me?’, afirmou Bill Ward para a ROADIE CREW. E ele ainda disse mais: “não quero criticar o que estavam fazendo e cantando em 1969, porque havia muita música de boa qualidade, mas o instrumental e a letra de Black Sabbath definiram uma forma diferente de se ver música”. Sim, uma forma que causou frio na espinha de muitos marmanjos na época. Então, confira esse clássico repleto de referências obscuras e místicas, e se prepare para as apresentações da banda pelo Brasil no final do ano.



CANDLEMASS – EPICUS DOOMICUS METALLICUS (1986)
Já que falamos do Black Sabbath, por que não falar também de uma de suas mais prestigiosas crias? O debut dos suecos do Candlemass trazia uma nova estética aos temas sombrios do Metal, e apostava fortemente em uma visão não apenas contemplativa, mas que versava fortemente sobre um culto à morte, uma indisposição diante da vida, até mesmo uma negação à ela. Esses indícios eram vistos logo de cara na primeira faixa, Solitude, que dizia já em seus primeiros versos “Estou aqui sentado sozinho na escuridão / esperando para ser livre / Solitário e abandonado eu estou chorando / Anseio pela chegada da minha hora / a morte significa apenas a vida / Por favor, deixe-me morrer na solidão”. A forte temática ganhava contornos ainda mais sombrios e macabros na sequência, com Demon’s Gate, Crystal Ball, Black Stone Wielder e Under The Oak, culminando na longa e mórbida A Sorcerer’s Pledge, um hino fúnebre profundo e de qualidade inigualável. Musicalmente, a banda composta então pelo compositor, baixista e todo poderoso Leif Edling, o guitarrista Mats Björkman e o baterista Mats Ekström apostava todas as fixas no Doom Metal, sendo com este disco um dos principais nomes da geração que caracterizou e definiu a estética desse gênero, sempre baseada em músicas de andamento mais lento e mórbido, riffs poderosos e repletos de gordura, bateria seca e reta, e vocais fortes e melódicos, que nunca enveredavam pelo caminho gutural do Death Metal, ou ríspido do Black Metal. Falando em vocais, é interessante perceber que neste disco a banda contou com os “vocais de aluguel” de Johan Längquist, em uma performance soberba, a despeito do mito de que ele não havia ouvido as composições antes das gravações. Clássico!


 
TROGLODYTE – WELCOME TO BOGGY CREEK (2011)
Imagine o cenário: você está em uma floresta nos Estados Unidos, famosa pelo mito de ter sido habitada por uma antiga criatura mitológica, o Sasquatch (Pé Grande, no Brasil). Por uma infelicidade, você se perdeu do grupo de turistas que acompanhava, e caminha há horas, chamando seus colegas, sem resposta. Com o início da noite chegando, você começa a ver rastros de sangue na floresta, marcas de pegadas muito grandes para serem de um homem... Mais adiante, começa a encontrar partes dilaceradas dos corpos de seus colegas de excursão, e o pavor te congela no lugar. Pois é justamente este tipo de pesadelo que a música do Troglodyte, uma das mais novas e interessantes apostas do Death Metal estadunidense te entrega. Os títulos das faixas já mostram de cara a “candura” do som e das letras dos caras: Piece Of You, Mummified Yeti Hand, Fight For Your Life, Beaten And Eaten, Skunk And Rape: The Rapture, The Only Good Hippie... Is A Dead Hippie, Hit By The Hendersons... e tudo combina com maestria com a música extremamente pesada e intensa praticada pelo então quarteto, formado por Jeff Sisson (vocais), General Von Scheifelbusch (baixo), Jack Riedel (vocal, baixo, guitarra) e Chris Wilson (bateria), que apostam em guitarras graves que fogem do padrão ‘obturação dentária’ tradicional do gênero, bateria rápida e quebrada, vocais guturais e faixas repletas de ‘breakdowns’ que farão a festa para os fãs de um dos estilos mais brutos do Metal. E, se você ficar curioso e quiser conhecer melhor a banda, saiba que eles possuem ainda mais dois ‘full-lengths’, todos contando com a mesma ‘polidez e gentileza sonora’ conferida aqui neste debut.



MISFITS – WALK AMONG US (1982)
Formado em 1977 em Lodi, New Jersey (EUA), o Misfits é sempre creditado como o grupo que criou o Horror Punk, e dispõe de fãs famosos no mundo da música, como o lendário ex-baixista do Metallica, Cliff Burton. Formado na época por aquela que seria lembrada como a ‘formação clássica’ da banda, com Glenn Danzig nos vocais, Jerry Only no baixo e vocal de apoio, Doyle nas guitarras e vocais de apoio e Arthur Goggy na bateria, a banda estreou muito bem com seu primeiro disco completo de estúdio, o aqui abordado Walk Among Us. Contando com músicas rápidas e curtas, a banda parecia se encaixar na cena Punk da época, mas bastava prestar atenção às letras e ver a imagem do grupo para ver que existia algo a mais ali. Misturando Punk Rock com referências musicais que vinham diretamente dos anos cinquenta, o Misfits apostava em letras que versavam sobre filmes de terror, e toda a imagem e indumentária do grupo se encaixavam nessa proposta, criando algo único que seria copiado à exaustão nos anos seguintes. O disco, que apresentou clássicos como I Turned Into A Martirian, Vampira, Hatebreeders e tantas outras foi curiosamente o primeiro disco da banda a ser lançado, muito embora tenha sido o terceiro a ser gravado (Static Age e 12 Hits From Hell vieram antes). Vale também um destaque para a tosca capa do disco, que apresentava uma foto da banda mesclada com imagens que vinham dos filmes Earth vs. the Flying Saucers (1956, “A Invasão dos Discos Voadores” no Brasil) e The Angry Red Planet (1959, “O Planeta Vermelho Ameaçador).



ROB ZOMBIE – ZOMBIE LIVE (2007)
Poucas pessoas no mundo podem dizer que têm tanto a ver com o espírito do Halloween quanto o estadunidense Robert Bartleh Cummings, vulgo Rob Zombie, afinal, o cara parece estar envolvido com tudo! Seja com o White Zombie, seja em sua prolífica carreira solo ou dirigindo filmes de Terror (entre outros o cara dirigiu Halloween: O Início, Lords Of Salem e A Casa Dos 1000 Corpos), ele sempre está lá, com seu visual de mendigo zumbi e com o mesmo talento já tão reconhecido. O motivo deste Zombie Live estar figurando aqui é que, como o nome entrega, é um disco ao vivo que passeia por toda a carreira do vocalista, apresentando clássicos da carreira solo e do White Zombie. Presenças obrigatórias em todas as festas de Halloween que se prezem estão contidas na bolachinha: as grudentas American Witch e Living Dead Girl, as rápidas Demon Speeding e Thunder Kiss ’65, a macabra House Of 1000 Corpses, passando por Let It All Bleed Out, Demonoid Phenomenom, Black Sunshine, Superbeast até o final esperado com a clássica Dragula, tudo que de melhor foi produzido em sua extensa carreira se encontra nesse disco, que não pode faltar na trilha sonora do seu Halloween musical. Impossível não perceber a performance soberba de uma banda que conta com músicos fenomenais como o guitarrista John 5 (Marilyn Manson, Paul Stanley, etc), o baterista Tommy Clufetos (Ozzy Osbourne, Black Sabbath), e Piggy D (Wednesday 13). Então, aproveite a festa, pois ela promete durar longamente.



NECROPHAGIA – THE DIVINE ART OF TORTURE (2003)
Se você acha que está vendo nosso caro Zé do Caixão na capa desse disco, saiba que você está certo. Na verdade, se você costuma ouvir os álbuns do Necrophagia, já percebeu que o vocalista e líder do grupo, Killjoy é um fanático por filmes de Terror, e que todos os discos do grupo são repletos de referências a esses filmes, que transparecem tanto nas letras quanto nas vinhetas sempre tão presentes em suas músicas. Em The Divine Art Of Torture, se quarto disco de estúdio, o homenageado não poderia ter sido melhor escolhido. “Eu descobri os filmes do Zé do Caixão quando eles foram lançados nos Estados Unidos há uns anos atrás, e fiquei viciado neles desde então. Ele é uma das melhores coisas que já aconteceu ao Terror, em qualquer época e de qualquer parte do mundo”, declarou Killjoy na época. E o papel de Zé do Caixão ia muito além de apenas inspirador do novo álbum, já que ele está presente no clipe de Parasyte Eve, uma verdadeira obra de curta-metragem de Terror. “Trabalhar com ele é como um sonho se tornando realidade. Ele está dirigindo alguns vídeos do Necrophagia. É uma honra trabalhar com ele, estou sem palavras; as ideias que ele tem são matadoras. Ele é o melhor nisso atualmente”, disparou o orgulhoso vocalista. E não é para menos. Confira sem medo. Ou melhor, confira, e se prepare para sentir medo.



GHOST – OPUS EPONYMOUS (2010)
Tá, esta é uma gíria muito antiga, mas pode-se dizer que o Ghost pegou o mundo de ‘calças na mão’ quando lançou o seu álbum de estreia em 2010. Não que aquilo que eles faziam fosse uma novidade, muito pelo contrário. Afinal, integrantes mascarados, identidades secretas, rock setentista, tudo isso já foi tentado à exaustão, mas o que diferenciou esses suecos foi o quão bem eles se utilizavam de todos estes artifícios, e claro, a qualidade da música envolvida. Rapidamente a banda se tornou uma espécie de “queridinha” da mídia, dispondo de fãs até entre as maiores e mais tradicionais bandas de Heavy Metal do planeta. E esse primeiro disco foi justamente a força motriz de todo esse sucesso. Estruturado sobre excelentes canções (quem não lembra da excelente e macabra abertura com Deus Culpa, prontamente seguida pelo baixo e pelos riffs ‘idosos’ de Con Clavi Con Dio?), a banda ainda se destacava por suas letras repletas de referências satânicas, que condiziam perfeitamente com a imagem do grupo, e transformavam suas apresentações em um verdadeiro culto às trevas. Um começo digno de uma das mais promissoras bandas da atualidade.



CHAOS SYNOPSIS – ART OF KILLING (2013)
Se todas as referências que você tem sobre ‘serial killers’ vêm do seriado Dexter, você precisa urgentemente conferir este trabalho do brasileiro Chaos Synopsis. Afinal, o disco, em sua extrema mistura de Death com Thrash Metal tem como proposta básica explorar algumas das mais infames figuras que espalharam terror pelo mundo, abordando em suas letras as motivações, os problemas, o pensamento desses criminosos que, em países como os Estados Unidos gozam quase da fama de ídolos Pop. E aqui a coisa já começa grosseira, com Son Of Light, um petardo que fará lembrar o Deicide dos tempos de Once Upon The Cross, e que fala sobre Febrônio Ferreira de Mattos, ou Febrônio Índio do Brasil. Também se destacam Vampire Of Hanover (sobre o alemão Friedrich Heinrich Karl "Fritz" Haarmann), Zodiac (sobre o assassino norte americano ainda incógnito, que se auto proclamava ‘Zodíaco’, responsável por cinco mortes confirmadas, e apontado como culpado de trinta e sete nunca provadas) e  Rostov Ripper (Andrei Romanovich Chikatilo, ucraniano responsável por 53 assassinatos confirmados). Pesado, extremo e com pegadas bastante variadas (a coisa aqui vai do Rock sujo ao Death Metal extremo), Art Of Killing é um dos melhores discos nacionais do gênero dos últimos anos.



ALICE COOPER – ALONG CAME A SPIDER (2008)
Alice Cooper é um dos mais importantes artistas do Rock mundial, e sua carreira longeva é repleta de discos e músicas que poderiam figurar com mérito nesta lista. O escolhido, Along Came A Spider é um dos álbuns que trouxeram a ‘bruxa velha’ de volta para a sua antiga sonoridade, após seus anos de sucesso no Hard Rock e no Hard/Heavy. Along Came A Spider também se destaca por conta da sua temática, já que, conceitual, o disco aborda a história de um assassino em série conhecido como Spider, que acaba tendo problemas quando se envolve com uma de suas vítimas. “Eu sou um contador de histórias, e está é sobre um serial killer”, declarou ele para a ROADIE CREW. “Não era um gênio como o Hannibal Lecter ou o Coringa. Ele pensa que é um gênio, mas acaba se apaixonando por uma de suas vítimas. De repente ele começa a se preocupar com sua própria alma, coisa que o Coringa ou qualquer outro desses personagens jamais dariam a mínima. Acho que esse lado humano do Spider no final faz com que você quase se importe com ele”. Musicalmente, aquele Rock visceral e viciante do mestre aparece intacto, como não poderia deixar de ser. “Musicalmente tudo o que fiz foi trazer grandes guitarristas para que este trabalho fosse impecável”. Com Slash nas guitarras em Vengeance Is Mine e Keri Kelly em grande fase, Alice Cooper atingiu seu objetivo com folga!
 
E aí, o que você achou desta lista? Nós gostaríamos de saber a sua opinião. Então, entre em contato conosco pelo email roadiemail@roadiecrew.com e nos conte que discos você incluiria na playlist de sua festa!

Veja abaixo o clipe "Halloween", do clássico "Keeper of the Seven Keys Part 1", lançado em 1987 pelos alemães do Helloween.

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