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06/09/2016
15:37 Entrevista



HALESTORM
 
PASSOS LARGOS
 
Por Guilherme Spiazzi
 
A gênese do Halestorm aconteceu em 1997 quando os irmãos pré-adolescentes Lzzy e Arejay Hale, vocalista e baterista respectivamente, resolveram montar uma banda para se apresentar na escola. Os irmãos tomaram gosto pela coisa e seguiram tocando, inclusive com a participação do pai deles, Roger no baixo. Em 2004 a formação se estabilizou com os irmãos Hale, Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo) e na sequência, em 2005, garantiram um contrato com a poderosa Atlantic Records. Porém, o primeiro álbum, Halestorm, só apareceu em 2009. De lá para cá o grupo já lançou mais dois álbuns de inéditas, ganhou um prêmio Grammy, rodou o mundo e prepara-se para tocar no Brasil como uma das atrações principais do "Maximus Music Festival". Confira o papo exclusivo com Josh sobre o show, a rápido crescimento e os próximos lançamentos.
 
O Halestorm está chegando para dividir o palco com bandas de sucesso e que estão na estrada há cerca de duas décadas ou mais. Como é ser uma banda nova entre as atrações principais do "Maximus Music Festival"?
Josh Smith:
É realmente incrível. Acho que o crescimento de uma banda para que ela faça turnês internacionais é muito longo. Começamos em nível nacional por volta de 2005, mas antes disso tocamos muito em nossa região. Também é muito bom sentir o apoio de bandas que já vivem na estrada e tem aquilo como vida. Ter o apoio da comunidade do Rock é ótimo. De certa forma somos uma banda iniciante nesse mundo de turnês. Já fomos para estrada com bandas que já não fazem mais turnês, mas também já fomos a atração principal em turnês nos EUA, onde recebemos bandas iniciantes e tivemos a oportunidade de conversar com eles. Nesse grupo acabamos sendo os caras velhos (risos). Estamos num lugar engraçado, pois no mundo das bandas bem estabelecidas ainda somos iniciantes. Sentir o apoio de caras como o Rammstein e Disturbed é legal. 
 
Qual é o aspecto mais importante de uma apresentação do Halestorm?
Josh:
Para nós eu diria que é irmos lá e darmos o melhor. Temos orgulho de não usar coisas extras (playback) - Arejay nem usa metrônomo para manter o tempo. Usamos a linguagem musical para nos comunicar e guiar a música na direção certa. Isso é grande parte do nosso show. Há noites em que essa comunicação é muito fácil, já em outras nem tanto, mas de qualquer forma essa conversa musical é muito importante antes de irmos para o palco, pois assim todos ficam a par da direção que queremos levar a nossa música naquela noite.
 
Qual a sua opinião sobre o público brasileiro se comparado a outros para quem o Halestorm toca ao redor do mundo?
Josh:
Não quero puxar o saco, mas os fãs brasileiros são realmente os melhores. Na primeira vez que estivemos em São Paulo fomos tão bem recebidos - foi algo que nunca havíamos tido. O senso de coesão entre os fãs naquela noite foi algo que nunca havíamos visto antes em lugar algum. Sempre que nos perguntam sobre onde estão os melhores fãs, se não fosse pelo Brasil, seria difícil de responder. O público da nossa cidade natal é incrível, no Reino Unido tem um grupo que sabe do que gosta e nunca se esquece. Os públicos da França, Itália e Espanha também são muito apaixonados pela música e são sempre ótimos, mas o Brasil joga a coisa para outro nível em termos de paixão e comprometimento.
 
Qual será o repertório deste show, já que por ser um festival há uma limitação de tempo?
Josh:
Pois é, em festivais gostamos de falar o mínimo possível e entregar o máximo que der no tempo estipulado. Será um show empolgante – provavelmente Arejay fará um solo de bateria e não acho que incluiremos as baladas ou músicas lentas. Manteremos o máximo de energia no tempo que temos.
 
A banda já se encontra preparando o quarto disco de estúdio? O que você fizeram até o momento?
Josh:
Está indo bem, mas estamos no início das composições. Estamos compilando ideias e sentimentos que trazemos dos shows e turnês. Acho que temos umas dez músicas incompletas, mas no momento acho que nenhum delas irá para o disco, pois são mais como um degrau para onde realmente queremos ir. Acho que ainda não surgiu aquela música que impressiona e define o tema e sentimento que buscamos. Falando de forma simplificada, queremos um disco de Rock pesado e direto. Acho que desta vez queremos afunilar o foco e fazer um disco forte. Queremos que Lzzy diga de maneira simples aquilo que precisa ser dito, mas fazer isso de forma simples é realmente difícil. Estamos nesse processo de descoberta de algo que impressione, seja simples e Rock And Roll.
 
O grupo também está trabalhando em Reanimate 3.0: The Covers EP.
Josh:
Finalmente escolhemos algumas músicas e fechamos um tempo pra gravar essa terceira parte. Isso definitivamente será lançado antes de um disco nosso de inéditas. Temos ótimas ideias alinhadas e espero que funcione. Tem levado um tempo para fazer esse EP, pois não conseguíamos encontrar músicas que empolgasse todos nós. Porém, acho que agora finalmente deu certo. Acho que nos próximos meses o disco estará aí. Há pouco mais de um mês estávamos planejando esse EP de covers, mas resolvemos deixá-lo de lado porque não estávamos prontos mentalmente, mas agora sei que estamos. Vamos ver o que sairá disso. Estamos realmente empolgados com a ideia.
 
Trabalhar nestes EPs de covers influencia de alguma forma nas composições do Halestorm?
Josh:
Eu acho que sim. Enquanto artista, acho que a sua inspiração vem daquilo que vê e escuta. Tentamos nos divertir fazendo disso algo nosso. Acho legal você pegar uma música que ama e tentar das a sua voz para ela.
 
Obrigado pela entrevista Josh. Você gostaria de deixar um recado para os fãs brasileiros?
Josh:
Muito obrigado pelo apoio demonstrado. Amamos ir para o Brasil e faremos a sua presença valer a pena.

Mais infos em www.halestormrocks.com

Maximus Festival - http://maximusfestival.com.br/



Foto: Jake Giles Netter

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