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24/01/2013
10:54 Live Evil - Peso Brasil

PROJETO PESO BRASIL
Attomica / Necromancia / Anthares
Manifesto Bar - São Paulo/SP
20 de janeiro de 2013
Por Klemer Santiago / Fotos: Pri Secco
 
O projeto "Peso Brasil", organizado por Ricardo Batalha (Roadie Crew) em conjunto com o Manifesto Bar, teve sua primeira edição realizada no domingo, 20 de janeiro, no Manifesto Bar (SP). O evento proporcionou ao público uma verdadeira aula sobre o Thrash Metal nacional, tendo a presença de três bandas históricas da década de 80: Necromancia, Attomica e Anthares.


 
A primeira delas foi a banda paulistana Anthares, que faz o seu Speed/Thrash Metal desde 1983 e conta atualmente com Diego Nogueira (vocal), Eduardo "Topperman" Scarelli (guitarra, ex-Korzus), Mauricio Amaral (guitarra, ex-Ódio, Megaforce), Pardal Chimello no baixo e Evandro Júnior (bateria). Munidos experiência, muita movimentação no palco, um guitarrista solo superveloz e de um baterista que literalmente mói o seu kit, tocaram composições novas, como "Ócio" e "Pesadelo Sul-Americano", e clássicos do álbum “No Limite da Força”.



Durante o set, iniciado com "Sementes Perdidas" e que ainda contou com como "Paranóia Final", "Fúria", "No Limite da Força" e "Chacina", além de "Plano Furado-I" (R.D.P), foram vistos moshpits na pista, com a galera se empolgando e começando a fazer stagedive, trazendo já o tom da noite. Uma grande festa que, por sinal, estava com um som impecável!


 
A segunda a subir no palco foi a banda Attomica, que surgiu em 1985 na cidade de São José dos Campos/SP e hoje em dia é formada por Alex Rangel nos vocais, Jonas Rodrigues e João Paulo nas guitarras, André Rod no baixo e Vitor Friggi na bateria, músicos que subiram ao palco ávidos por conquistar o público paulista – e conseguiram o que queriam!

Promovendo o álbum "Attomica IV", apresentaram um Thrash Metal tecnicamente impecável e assiduamente veloz desde o início do set, com a nova "Blood Bath", seguida por mais duas novas - "Wanted" e "Yakuza" -, e revisitando o passado com "Flesh Maniac", do álbum de 1987.



Demonstrando grande presença de palco e muita garra, intercalando os solos furiosos entre os guitarristas Jonas e João Paulo, o show seguiu com mais uma nova, "Down the Drain", além de "Black Death", "Night Killer" "Marching Over Blood" e "Limits of Insanity". Destaque para o vocalista Alex Rangel, que roubou a cena com sua técnica vocal e domínio do público, que respondeu com muitos aplausos e moshpits. O set foi encerrado com "Deathraiser" e "Violence and Terror", ambas do álbum "Disturbing The Noise" (1991).


 
A terceira e última apresentação da noite ficou por conta da banda Necromancia, de Thrash/Groove Metal, originária de São Bernardo do Campo/SP que, desde 1984, vem mostrando todo o seu poder musical. Liderada por Marcelo "Índio" d’Castro nos vocais e guitarra, Kiko d’Castro na bateria e por Roberto Fornero no baixo, o trio literalmente deu um show de Thrash Metal e de carisma com o público. Como já havia passado das 23h, parte do público tinha ido embora, mas isso não tirou o brilho do show. A banda tocou uma enxurrada de músicas do mais recente álbum, "Back From The Dead", e clássicos do passado.


 
Marcelo "Índio" agradeceu Ricardo Batalha pela organização desse grande evento e a todo o público que ficou até o final para prestigiar o seu trabalho. Ele mandou um vocal original, forte e potente, com rasgados muito bem empregados e nervosos, aliados à sua técnica e timbre de guitarra matadores, tanto em bases limpas e como em distorcidas. Aliando sempre muito groove e ideias geniais na guitarra, ele prende e cativa a atenção do público, sempre executando com muita perfeição cada base e solo. Seu irmão, Kiko d'Castro, é criativo e muito rápido nas levadas de Thrash Metal, aliadas a uma pegada brasileira e sincronismo animal com o baixista Fornero, que dá um show a parte em presença de palco.
 
Para engrandecer ainda mais o clima histórico e de festa, Índio convidou ao palco o vocalista Gepeto da banda Ação Direta para mandar a música "Farsa", do álbum "Check Mate" (2001) e com seu vocal característico de protesto, levantou muitos aplausos do público. Foi uma grande festa o projeto Peso Brasil e que venham outros como esse para valorizar a grande gama de bandas do Metal nacional.


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