14 de Dezembro 2017
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Edição:
#170
Mês:
MAR
Ano:
2013
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Por Dave Everley

LARS ULRICH NU E CRU

Ele fala sobre sua banda favorita por quase uma hora sem hesitar, sem se repetir, sem desviar do assunto. O entusiasmo é evidente em cada frase. Trata-se de um sujeito que respira aquilo que escolheu para sua vida e sabe cada detalhe dele: a data de um show menos importante, as faixas que não entraram em cada disco, os acontecimentos mais obscuros, tudo está claro na memória de Lars Ulrich – o maior fã do Metallica que, por acaso, também é o baterista da banda. Nada escapa dele, dos maiores sucessos aos piores fracassos, e ele fala sobre tudo abertamente com seu sotaque particular que mistura Copenhague (DIN) e Califórnia (EUA). Sentado no escritório da banda, que ela chama de "quartel-general", Lars deixa claro que “ele é o Metallica”. Claro que a banda não seria o que é se não fosse pelo vocalista e guitarrista James Hetlfield, mas se não houvesse Lars, simplesmente não existiria o Metallica. Ele toma a frente de tudo, lida com a imprensa e com os homens de negócios como faz o presidente de uma grande empresa – e assim tem sido durante os últimos trinta anos. Lars, James, Kirk e Hammett (guitarra) enfrentaram uma enorme crise no início dos anos 2000 (N.R.: Robert Trujillo entrou em 2003), que culminou com o filme "Some Kind Of Monster", que escancarava os problemas, muitos deles pessoais, enfrentados pelos músicos. Mas, quando muitos duvidavam que o quarteto continuaria na ativa, eis que, reequilibrados, voltaram com um disco consistente (Death Magnetic, de 2008), fazendo tours aclamadas pelos quatro cantos do planeta e agora planejam um vídeo em 3D e um novo disco. Tudo sob o comando de seu maior fã, Lars Ulrich. E é justamente por aí que começamos nossa conversa com ele.

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