17 de Dezembro 2017
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Edição:
#163
Mês:
AGO
Ano:
2012
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Por Thiago Sarkis

ARTISTAS NO REAL SENTIDO DA PALAVRA

A história do Rush começa em Toronto (CAN) em 1968. Porém, fãs e os próprios músicos da banda consideram o início de carreira do conjunto algo efetivado apenas em 1974 com o lançamento do 'debut' Rush e a entrada de Neil Peart para o posto de baterista no lugar do finado John Rutsey. Assumindo que as coisas sejam assim, o que temos aqui na capa da ROADIE CREW é um grupo quase quarentão ainda relevante e em voga como nunca dantes em sua trajetória. Sim, exatamente isso! Pode parecer brincadeira, mas, mesmo sem polêmica, baixaria, uma gostosa nos vocais ou um bonitão no baixo, vidas pessoais expostas ou controversas, músicas simples de três minutos prontas para as rádios ou letras adolescentes, o Rush é Pop e está na moda. Todos conhecem, comentam, reverenciam; poucos ousam criticar. Em outras palavras, o que este trio de sexagenários (ou quase...) formado pelo supracitado baterista, além de Geddy Lee (baixo) e Alex Lifeson (guitarra) nos mostra é que, mesmo que raramente, ainda hoje consistência, conteúdo, talento e qualidade são parâmetros para o reconhecimento e a consagração de um artista. Com ou sem milhões à sua volta interessados por sua música, o Rush é um caso incomum de banda que recupera para a contemporaneidade noções tão caras e enxovalhadas em nossa cultura como "arte", "músico", "artista", "célebre" e "clássico". Aliás, é justamente de clássico que falamos, já que Clockwork Angels (2012), novo álbum dos canadenses, chega com toda a pinta de mais um grande marco na bagagem desses senhores. Em entrevista exclusiva, o cordial guitarrista Alex Lifeson nos contou detalhes desse trabalho, falou das dificuldades da época de Vapor Trails (2002), dos planos para a turnê mundial que começará em setembro de 2012 e da possibilidade de eles tocarem 2112 (1976) na íntegra e de retornarem ao Brasil. Confira!
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