14 de Dezembro 2017
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Edição:
#131
Mês:
DEZ
Ano:
2009
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Andre Matos
Por Claudio Vicentin
 


"NO MOMENTO, NÃO TENHO VONTADE E NEM MOTIVAÇÃO PARA TOCAR COM O ANGRA"

O vocalista Andre Matos lançou recentemente seu segundo álbum solo, Mentalize. Em uma entrevista franca e descontraída, o vocalista falou sobre as motivações para esse novo álbum, bem como sobre o conceito de todo o novo trabalho e sobre seus planos para o futuro. Andre Matos foi além e comentou sobre o Viper, sobre a comemoração do 20º aniversário do clássico Theatre Of Fate e sobre o Shaman e os trabalhos lançados com a banda. Ele ainda falou a respeito do Angra, de como a banda era destinada ao sucesso, da separação e da falta de motivação para um possível retorno.

 

Quais foram a motivação e o foco para você fazer o disco Mentalize?

Andre Matos: Nós buscamos descobrir qual seria o próximo passo após o primeiro álbum, Time To Be Free. Miramos muito em originalidade e em evolução, dentro do possível. Obviamente, não vou ter a pretensão de dizer aqui que iríamos reinventar algo, porque muita coisa de fato já foi feita. E se não foi feita pelos outros, foi feita por nós mesmos. Então, fica praticamente impossível você não se valer de muitos elementos que já estão aí. Mas acho

fundamental buscar originalidade mesmo na releitura de certas coisas. Sempre disse que a cópia e a repetição são práticas muito condenáveis na música, pois quando você encontra uma fórmula de sucesso e começa a se repetir está, na realidade, cavando a sua própria cova e nunca mais vai conseguir sair disso, nem se consagrar como um artista de verdade. Todos os meus grandes ídolos foram músicos que, de uma maneira ou de outra, mostraram que podiam evoluir e trazer algo novo a cada lançamento e a cada turnê. Porque, por mais que existam aquelas músicas que você tem que trazer contigo e executar, isso não tem nada a ver com a sua nova produção para uma nova série de shows. Então, o mais importante é escolher do que vou me valer dentro daquilo que já fiz anteriormente e conseguir construir mais um degrau na carreira. Acho que esse novo álbum cumpriu bem essa função. Não é um trabalho igual a Time To Be Free mas, ao mesmo tempo, dá para perceber que ele vem de lá. Está bem de acordo com o que imaginamos que ele teria que ser.

 

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