15 de Dezembro 2017
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Edição:
#111
Mês:
ABR
Ano:
2008
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KISS
Por Thiago Sarkis Gene Simmons A história do Rock ‘N’ Roll perderia bons capítulos sem o Kiss, seja por músicas, maquiagens, shows grandiosos ou polêmicas. A banda nova-iorquina, que no início dos anos setenta chamava-se Wicked Lester, foi oficialmente fundada em 1973 com a alcunha definitiva que em pouco tempo a eternizaria. Por trás do projeto, ex-integrantes de entre outras desconhecidas e praticamente amadoras formações: Bullfrog Bheer, Post War Baby Boom, The Missing Links, Rainbow - não o de Ritchie Blackmore -, Long Island Sounds, Cathedral, Uncle Joe. Na verdade, dois músicos que engatinhavam artisticamente. O mais velho deles, um salva-vidas e professor de inglês nascido em Israel e batizado Chaim Witz, na época já atendendo por Eugene Klein, desfazendo-se completamente de qualquer ligação com o nome do pai que abandonara sua família. Falamos, sim, de uma das principais celebridades das últimas décadas, o baixista e vocalista Gene Simmons. O mais novo, o motorista de táxi Stanley Harvey Eisen, ou Paul Stanley, como queiram, guitarrista, vocalista, ‘frontman’, e hoje pintor nas horas vagas. Para o disco de estréia, Kiss (1974), uniram-se a eles o baterista George Peter John Criscuola (Peter Criss) e, por fim, o guitarrista Paul Daniel Frehley (Ace Frehley). Consolidava-se ali a inesquecível formação clássica do grupo. De lá pra cá, estes gigantes do Hard Rock e do show business protagonizaram turnês suntuosas, orgias, separações, reuniões, escândalos, finais anunciados e jamais efetivados, e criação de produtos de todos os tipos - caixões, colônias etc. Assim embalaram a moda, influenciaram gerações, lotaram estádios, pintaram os rostos de orquestras sinfônicas, e se aproximaram da impressionante marca de cem milhões de cópias vendidas com participações em trilhas sonoras, lançamentos de compilações, álbuns, box sets, vídeos, singles, e tudo o que você possa - ou não - imaginar. Dez anos após o último trabalho de estúdio, Psycho Circus (1998), contando agora com o apoio do guitarrista Tommy Thayer (ex-Black ‘N Blue), além do baterista Eric Doyle Mensinger “Eric Singer” (também Alice Cooper, ex-Lita Ford, Gary Moore, Black Sabbath, Badlands e E.S.P.), os mentores do Kiss dão uma pausa em reality shows, revistas em quadrinhos, pinacotecas, e retornam s vestimentas do clássico Destroyer (1976) para a nova gira mundial. Em entrevista exclusiva, Gene Simmons fala de seus empreendimentos, rebela-se contra a pirataria, discute as possibilidades de um próximo CD, responde s questões levantadas pelos brasileiros dos Secos & Molhados e revela os bastidores de uma das maiores bandas de todos os tempos. Live Evil – Deep PurplePor Vitão Bonesso/Fotos: Marcus Herren Saber que o Deep Purple viria pelo terceiro ano consecutivo ao Brasil chegou a causar certo espanto, mas, por outro lado, aquela sensação de “ah... não vou deixar de ir dessa vez, porque pode ser a última...” acabou ficando de lado. Tudo leva a crer que a banda irá retornar constantemente ao Brasil, já que fã é o que não falta, levando a cada apresentação desde cinquentões, que cresceram ao som de In Rock, Fireball e Machine Head; quarentões, que pegaram o trem andando quando o Purple estava retornando com Perfect Strangers; a turma mais nova, que há pelo menos treze anos acompanha a banda na fase Steve Morse; sem contar com a “pivetada”, que acompanha os pais, tios e, quem sabe, avós, proporcionando uma junção de várias gerações. Isto mostra que a música do grupo continua atual e eficaz nos dias de hoje... Tommy Thayer A relação de Tommy Thayer com o Kiss vem de longa data. Apesar de ter sido oficializado no grupo apenas no início de 2002, o ex-guitarrista do Black ‘N Blue colaborou em composições de álbuns que precederam sua entrada, e trabalhou por muitos anos como assistente de Gene Simmons, ajudando o linguarudo em assuntos que iam desde a logística de turnês, efeitos, figurinos e concepção de shows, até questões burocráticas, contratuais e de imprensa. Foi além, e auxiliou Ace Frehley na conturbada “Reunion Tour”, que sucedeu o álbum Psycho Circus. Com o entusiasmo de quem um dia fez parte do Cold Gin, banda cover do grupo que atualmente integra, Tommy nos detalhou personalidades, funcionamento e a estrutura do Kiss. Live Evil – Dream TheaterPor Maurício Dehò/Fotos: Ricardo Zupa Após a turnê de 2005, que teve duas memoráveis noites em São Paulo, o Dream Theater prometeu voltar logo. Com o nono álbum nas prateleiras, Systematic Chaos, James LaBrie (vocal), John Petrucci (guitarra), Mike Portnoy (bateria), John Myung (baixo) e Jordan Rudess (teclado), agendaram mais uma série de shows no Brasil. Em 8 de março, com um público maior na estrutura montada no estacionamento do Credicard Hall, em São Paulo (SP), a ânsia pelo retorno parece ter virado... pressa! Antes disso, lá pelas 19h, o Hangar esquentou os ‘Prog-maníacos’. A banda do baterista Aquiles Priester, que fez nome no Angra, foi a escolhida após lançar o terceiro álbum, Reason Of Your Conviction, apostando num som mais pesado, sombrio. Agora com o vocalista Nando Fernandes, o Hangar mostrou que veio para ficar. Com faixas como Hastiness, a faixa-título e a misteriosa Savior, do Inside Your Soul (2001), o grupo fez uma apresentação curta, mas de qualidade... Eric Singer Eric Singer encontrava-se em estúdio trabalhando no próximo álbum de Alice Cooper quando o contatamos. Prestes a embarcar para a nova turnê do Kiss, imagine o quão abarrotada estava a agenda do baterista. Ainda assim, ele, solícito como poucos, mostrou interesse em falar ao Brasil, e garantiu que daria um jeito para que isso ocorresse. Segundo nos relatou o próprio, na primeira data que agendamos, ele havia virado a noite atrás do kit de bateria, o que impossibilitou a nossa conversa. Reiterou, então, que no dia seguinte tudo se acertaria. Porém, nada de ligação... Até que s três e meia da manhã (horário de Brasília; uma e meia da madrugada em Nova York) o telefone toca e um ofegante músico pede desculpas e explica como vinha sendo sua rotina. Desculpas? Ora, ossos do ofício, e sorte de quem dorme com uma caneta na mão e uma pauta ao lado. Live Evil - 2º HEAVY ROCK REVIVALSelvageria • Comando Nuclear • Salário Mínimo • Stress • TaurusBlackmore Rock Bar - São Paulo/SP1º de março de 2008Por Thiago R. S. Matos/Fotos: Samira da Costa Recorde de público em mais um evento de qualidade no Blackmore Rock Bar, no bairro de Moema, em São Paulo. A noite de 1º de março (sábado) prometia um espetáculo digno dos áureos tempos do Metal nacional, contando com a presença de bandas como Selvageria e Comando Nuclear, os mais novos expoentes na tradição oitentista do Metal em português, e as lendárias bandas dos anos 80 Salário Mínimo, Taurus e Stress, esta última de volta cidade paulistana depois de dois anos para a divulgação de seu primeiro DVD oficial.
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